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Cliente SSH

SShvTerm

Cliente SSH/SFTP desktop e multiplataforma, com sync zero-knowledge: hosts, chaves e senhas são cifrados no seu computador e o servidor nunca vê o conteúdo — e esse servidor de sync pode ser hospedado por você. Tem um agente de IA que opera o terminal — propõe e executa comandos no PTY visível, sob uma política allow · ask · deny que você controla (Anthropic, OpenAI, xAI/Grok e mais), com a sua própria chave. Windows, macOS e Linux. Baixe pelo site oficial.

Um cliente SSH que traz o próprio agente

Hosts, identidades, chaves, grupos, tags, snippets e regras de port forwarding num cliente desktop só, sobre um terminal de verdade — xterm.js com renderização acelerada por GPU, abas e splits de até quatro painéis, conexão por senha ou por chave e reconexão automática quando a rede cai.

O que ele acrescenta a isso é um agente de IA que opera o terminal: você pede em linguagem natural, ele propõe o comando e — depois que você aprova — digita na sessão visível enquanto você acompanha.

Sync zero-knowledge

O servidor guarda os seus hosts e não consegue lê-los

Hosts, identidades, chaves e snippets sincronizam de ponta a ponta. Os campos sensíveis são cifrados na sua própria máquina — AES-256-CBC + HMAC-SHA256 — e a chave nunca sai dela: quem a mantém é o sidecar, em memória, e mais ninguém. Instale o SShvTerm em outra máquina, faça login e tudo reaparece; o servidor que carregou aquilo nunca viu nada.

E esse servidor pode ser o seu. O backend de sync é uma peça separada e hospedável por você, então "a nuvem" aqui é uma escolha de implantação, não uma condição para usar o produto.

O agente de IA

Ele roda comando sob uma política que você escreveu

Cada comando é permitir, perguntar ou negar pela sua regra. Ação destrutiva pede confirmação, e nada roda com a execução desligada. O agente digita no terminal visível da aba — você acompanha cada tecla — e tanto a conversa quanto os comandos ficam registrados na auditoria.

O Parar interrompe durante a chamada ao provedor, não só entre passos. Cada turno mostra o tempo, os tokens e o custo — o número real quando o provedor informa, marcado com ~ quando é estimativa.

Com a sua própria chave: Claude (Anthropic), ShvIA (Blue3), xAI/Grok, Ollama local, LM Studio, vLLM e qualquer endpoint compatível com OpenAI. Onde o provedor suporta tools, o modelo devolve uma chamada estruturada; onde não suporta, uma ponte de texto extrai o comando de um bloco ```run e executa pelo mesmo caminho protegido.

O que mais tem nele

SFTP na conexão já aberta

Navegue, envie e baixe reaproveitando a sessão SSH que já existe. Fila de transferências com progresso, várias em paralelo, canceláveis em tempo real.

VPN WireGuard por host

Alcance servidores em redes privadas por um túnel escopado só àquela conexão — sem root e sem mexer na VPN do sistema. Se o túnel não sobe, nada vaza: ele falha fechado.

Chaves sob controle

Gere, importe e organize chaves Ed25519, ECDSA e RSA, e reutilize uma identidade entre hosts em vez de ficar copiando.

Port forwarding visual

Túneis Local (-L) e Remote (-R) atrelados à sessão, sem decorar as flags.

Traga a configuração que você já tem

Importe hosts do OpenSSH (~/.ssh/config), do PuTTY, do MobaXterm e do Termius, com pré-visualização antes de aplicar qualquer coisa.

Snippets e autocomplete

Salve os comandos que você repete e dispare em qualquer sessão, com snippets de inicialização por host. Sugestões enquanto digita, desligáveis pela barra quando atrapalham o shell.

Windows, macOS e Linux. Os instaladores e as notas de versão saem do sshvterm.com — esta página é a descrição, não o download.

O que mudou

Os lançamentos mais recentes, tirados do changelog do próprio projeto.

  1. v2.0.78 atual
    • Nada visível mudou, e é essa a entrada: os cinco maiores arquivos do aplicativo passam a ter um teto de tamanho que quebra o build quando eles crescem. Eles vinham crescendo havia trinta versões, e o custo era do tipo que você vê — correção aplicada num caminho e não no irmão dele.
  2. v2.0.77
    • As telas de VPN param de afirmar o que não têm como saber. Uma mudança de WireGuard recusada agora diz por quê, em vez de a chave voltar sozinha, e um cofre que não pôde ser lido diz exatamente isso, em vez de escrever "nenhum host com VPN configurada" — uma afirmação cara o bastante para fazer alguém reimportar um .conf que carrega uma chave privada.
    • O markdown que renderiza as respostas do agente não reescreve mais os comandos que está mostrando para você.
  3. v2.0.76
    • A detecção de segredo roda sozinha; reescrever o que ela achou espera o seu clique. Achar e alterar são duas decisões, e só uma delas é do aplicativo.
  4. v2.0.75
    • A redação pode ser reexecutada sobre o que já está gravado. A correção anterior estancou os vazamentos novos e não removeu nenhum dos velhos, o que deixou as sessões registradas antes dela exatamente como estavam.
  5. v2.0.74
    • O vazamento na emenda entre dois pedaços da saída do terminal foi fechado num dos três lugares que gravam o log da sessão. Os outros dois gravam o mesmo log, e agora também fecham.
  6. v2.0.73
    • Seis falhas que chegavam até você como "erro não reconhecido" passam a dizer o que deu errado.

O SShvTerm lança com frequência, e nem toda versão muda algo que você vê; a lista acima é a das que mudam. Os instaladores e as notas completas estão no sshvterm.com.